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Publicado em 4 de março de 2013 -

Quem matou Naiara Karine Costa Freitas?

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A insegurança balança a Capital Porto Velho e o Estado rondoniense. Ninguém, até agora, é absolutamente inocente no ‘caso’ Naiara Karine Costa Freitas, de 18 anos, assassinada nos arredores de uma chácara, no ramal 15 de Novembro, a menos de 12 quilômetros da Estrada da Penal, bem próximo ao Presídio Estadual Urso Branco.
  

A continuar as inalações sobre potenciais suspeitas em cima do autor ou autores da morte da estudante, com o mapeamento do terreno onde o crime misterioso foi protagonizado, ‘nada de científico será apurado’ afirmam experientes detetives e investigadores com anos de vivência em São Paulo, Rio de Janeiro e América Latina.

- O terreno das inalações é vasto, asseguram fontes deste site.

Agentes do Estado, ao deterem fulano e sicrano se sabem quem é ou se são os assassinos, mas que não há provas cabais contra acusados de até agora, ‘é claro que a polícia não vai sair do lugar; nem avançar no teatro de operações que montaram para prendê-los’, atestam.

Em detalhes e na descrição do crime, o modus operandi ainda não foi definido no ‘Caso Naiara’, acreditam as fontes ouvidas na coleta de informações independentes. Segundo disseram, ‘está claro que a saída foi do Porto Velho Shopping em direção à aula na auto-escola’. Deste ponto, Naiara sumiu para ser seviciada e assassinada.

Em pesquisa independente, este site de notícias acredita que, ‘a policia pode não ter checado todas as gravações das câmeras externas, em minúcias, ou não’. Os equipamentos podem ter registrado o momento se Naiara falou com alguém, pegou carona ou mesmo se chegou, verdadeiramente, à escola para as aulas do dia’.

Este site acredita que, ‘com o material já coletado, os policiais, fatalmente, devem mudar a metodologia da investigação baseada em paradigmas da importância da tecnologia que o caso exige’. Principalmente em situações em que o temor das famílias e da opinião pública que o assassinato descambe para o rol dos crimes insolúveis em meio a um suposto ritual estranho, segundo o qual, Naiara foi vitimizada, brutalmente.
  
Nossas fontes admitem, no entanto, que, ‘caso não empreguem nova tecnologia, os policiais rondonienses tendem podem não saber, diante de tantas conversas, quem é o assassino ou, pelo menos, é óbvio, não saber nada sobre quais suspeitas sai a prender supostos acusados’.

E revelam, contudo, que, ‘ninguém tem bola cristal’. Mas ninguém, devido ao alarde midiático, ‘espera que o caso caia no esquecimento’. Acusados potenciais podem estar circulando pelas escadas rolantes do Shopping, instruindo aprendizes ou dentro de salas universitárias. E isso pode ajudá-los a montar, em meio a ricaços ou poderosos, um sistema de defesa consistente caso sejam surpreendidos pela polícia ou pela ação de investigadores particulares.

LEVADA AO ABATE – Não sendo comprovadas essas evidências, pessoas poderosas, sabe-se, no entanto, que, ‘elas se organizam de modo mafioso e, certamente eliminar as peças comprobatórias em crimes pelos quais devem responder’; na desorientação da polícia, ‘os possíveis assassinos de Naiara podem estar unidos e devem ficar em silêncio na Capital Porto Velho ou em outras partes do País.

A vítima pode ter aceitado carona de um amigo, colega de trabalho ou mesmo sido apanhada por um suposto instrutor. Ou alguém imagina que essa hipótese não possa vir a ser levantada? Indagam fontes deste site de notícias para, na outra ponta da linha, ‘atestarem que desde o dia do crime, o acusado, se for mesmo esperto, pode não estar usando o celular, justamente, por receio de grampo telefônico ou mesmo rastreamento do cartão ou na conta bancária.

Em casos semelhantes ou desiguais, ‘a perícia é fundamental’. Por isso, na proteção ou não de provas não divulgadas por questão de sigilo, ‘a polícia precisa dizer se ainda falta alguma perícia ou se deve promover mais diligências’. E se, voltando à questão, pela distância que foi praticado o assassinato de Naiara, na luminosidade do horário, não seria difícil fazer uma descrição sobre itinerário feito por ela até a saída do Shopping.

FIO DA MEADA - Em uma guinada de 360º com o estudo desse misterioso caso, a polícia deve e pode botar as mãos nas gravações do caminho de quem foi ou chegou ao Porto Velho Shopping. Com as evidências, a perícia pode elaborar retratos falados, mobilizar redes sociais e abrir caminho para montar uma listinha de sugestões, ‘já que a policia tem a obrigação de checar a entrada e a saída de suspeitos’ na data em que o crime foi praticado.



Fonte: News Rondônia

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